O vento voltou a soprar. Desta vez de uma forma tão intensa, que pareço nem me mexer. Voltei a ser atirada contra algo. Olho para cima e apercebo-me ser a árvore onde cresci.
Não sinto as asas. Não sei se as consigo mexer.
Sinto que estou a morrer.
As outras fadas unem-se à minha volta e levam-me para entre as raízes, onde me abrigam. Preocupa-me o olhar preocupado delas.
Sinto-me morrer
Sinto as forças fugir pelos olhos. "As fadas não choram", dissera-me a minha guardiã, um dia.
As fadas não choram...